sábado, 12 de novembro de 2016

Fotografia

Usina do Gasômetro, Porto Alegre, RS.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Memória

Hélice resgatada do naufrágio e agora colocada em lugar de honra no Cisne Branco,
barco que há décadas realiza passeios pelo Guaíba, em Porto Alegre.

sábado, 22 de outubro de 2016

Etiqueta Epistolar

Modelos de cartas sobre diferentes assuntos, escolhidos entre os melhores autores epistolares. Com uma breve instrução à frente de cada espécie de cartas. Precedidas de de algumas reflexões sobre o estilo epistolar em geral, sobre o caráter dos autores nesse gênero, e do cerimonial das cartas, 1767.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Poder pode mas... não deve

"Ao escrever cartas de amor, cuidado!” — enfatiza Bárbara Virgínia em seu livro sobre etiqueta social[1]. E prossegue, explicando: “Há um ditado que diz: Tudo o que está escrevendo agora, um dia poderá ser lido num tribunal."

Pois, se o amor é cego, a sociedade não o é, e parece vigiar os amantes incautos que não raramente documentam sua paixão. A confissão dessas indiscrições, contudo, documentada em cartas de amor, dão a ver bem mais que uma lúdica ou trágica paixão. Materializam hábitos, costumes e práticas sociais. 

Isso importa? Mas é claro que sim. Até porque a era dos romances epistolares já não acontece, ao menos não com uso de papel e envelopes. O correio eletrônico, as redes sociais, o telefone substituíram as velhas cartas de amor...



[1] VIRGINIA, Bárbara. Poder pode mas... não deve. Manual ilustrado do bem-receber, elegância, charme e etiqueta. São Paulo: Coleções Loyola, 1993, p. 39.


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Fotografia


domingo, 9 de outubro de 2016

Medo, reverência, terror

"Vivemos num mundo em que os Estados ameaçam com o terror, exercitam-no e às vezes o sofrem. É o mundo de quem procura se apoderar das armas, veneráveis e potentes, da religião, e de quem empunha a religião como uma arma. Um mundo no qual gigantescos Leviatãs se debatem convulsamente ou ficam de tocaia, esperando. Um mundo semelhante àquele pensado e investigado por Hobbes.

Mas alguém poderia sustentar que Hobbes nos ajuda a imaginar não só o presente, como também o futuro: um futuro remoto, não inevitável, e contudo talvez não impossível.48 Suponhamos que a degradação do ambiente aumente até alcançar níveis hoje impensáveis. A poluição do ar, da água e da terra acabaria por ameaçar a sobrevivência de muitas espécies animais, inclusive aquela denominada Homo sapiens sapiens. A essa altura, um controle global, minucioso, sobre o mundo e seus habitantes se tornaria inevitável. A sobrevivência do gênero humano imporia um pacto semelhante àquele postulado por Hobbes: os indivíduos renunciariam às próprias liberdades em favor de um super Estado opressor, de um Leviatã infinitamente mais potente que os passados. O grilhão social estreitaria os mortais num nó férreo, já não contra a “ímpia natureza”, como escrevia Leopardi em La Ginestra [A giesta], mas em socorro a uma natureza frágil, deteriorada, precária.

Um futuro hipotético, que esperamos não se verifique jamais."

GINZBURG, Carlo. Medo, reverência, terror. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Disponível em: < https://pt.scribd.com/document/233115318/Carlo-Ginzburg-Medo-Reverencia-e-Terror >. Acesso em: 09/10/2016.

sábado, 1 de outubro de 2016

Porto Alegre


domingo, 25 de setembro de 2016

Porto Alegre


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

'Pataphysique

Timbre du Collège de 'Pataphysique, 2001, Archives Jean-Max Albert
Author:  Jean-Max Albert

Sampa