Mostrando postagens com marcador ECA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ECA. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Coletânea Iconográfica

PLANTA COMERCIAL DE PORTO ALEGRE, 1900.Autor: Empreza Annunciadora S. R. Weiss & Cia. Original impresso, colorido, tinta s/papel, com orientação norte-sul, com legendas e propagandas dos anunciantes. Impressão: Lith. Paulo Robim & Pinho, Porto Alegre. Acervo Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul Cópia digital: Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul. Sobre o mapa comercial foram feitas alterações para inserção dos logos da Universidade de São Paulo, da Escola de Comunicação e Artes, do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande o Sul (responsável pela edição dos CDs com imagens digitais utilizadas neste trabalho) e do Município de Porto Alegre. A imagem serviu de abertura ao Catálogo da coletânea iconográfica PORTO ALEGRE IMAGINADA. CIDADE, CARTAS DE AMOR E POESIA.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

{trans} Forma


 A Tarefa de criar a essência do que a poesia terá de ser no futuro, tem que consistir nessas formas que se encontram em forças que de fato se transformam (...). Este é o objetivo central, uma definição muito precisa de como o trabalho com formas terá de proceder. Um objeto de trabalho de tal maneira, que só poderá existir como concepção de forma, quando o estético se relaciona com o trabalho humano em geral.
Joseph Beuys

(1921-1986)

sábado, 28 de setembro de 2013

A Reflection about a Picture

In the text called Pictures, by Douglas Crimp, I discovered something very interesting about art, specially about picture. The text, indeed, an essay was published in a catalog by Artist Space, 1972.
To understand a picture itself, we must determine how the picture becomes a signifying structure, but not in order to uncover a lost reality. There is a illusion of something exterior to this work, as the illusion of space behind a painting’s surface.
So, when we think about art, about a paint, about  a picture, about photography, etc., when you think about the art object itself, you think about its meaning. Anyway, perhaps the answer to its meaning resides in the desire.
A desire.  A desire is something not real that resides on our imagination. No body, no material, no dimension, but simply a desire. It’s important to remember that the desire comes about only in the sphere of frustration, because “the image remains forever at a distance”. The image can resides in its reflection or in its shadow.
Is the art a illusion or a desire? I don’t know, because all desire may be only a illusion.
And when I say art I want to say also the emotion that art produce.
Maristela Bleggi Tomasini
A Fotografia do Invisível - CAP5359