Sensibilidades & Sociabilidades...
Espaço inicialmente reservado a produções relacionadas ao meu Mestrado em Memória Social e Bens Culturais, Lasalle, concluído em 2012. Depois, em boa parte, direcionado a pesquisas vinculadas ao meu Doutorado em História Social, USP, concluído em 2017 e, por fim, ao meu pós-doc em Psicologia Social junto à UERJ, concluído em 2023. Além disso, contempla temas como memória, história, arquivos pessoais, cotidiano, arte, fotografia e outros saberes.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
O Xauter, 1916
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Psicologia Experimental
Este vídeo foi feito em São Paulo, em fevereiro de 2013. Ele foi editado e produzido por Rogério Centofanti, pesquisador da História da Psicologia no Brasil. No vídeo, falo sobre Giuseppe Sergi, e do significado impactante que foi a adoção de métodos de psicologia experimental junto a instituições de ensino, na Itália e também no Brasil. A propósito deste último, diga-se que, em 1914, houve a instalação de um laboratório de psicologia experimental, que funcionou no prédio da Escola Normal de São Paulo, em plena Praça da República. Mas esta é outra história, uma história de quase cem anos, que muito em breve será contada em livro.
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Chalé da Praça XV
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Na XI Jornada de História Cultural
domingo, 1 de setembro de 2013
Porto Alegre Imaginada. Cidade, Cartas de Amor e Poesia
RESUMO. Pode-se estudar uma cidade a partir
de seus dados oficiais, especialmente econômicos, de suas estatísticas,
produzindo com isso uma seriação infindável de relações de inquestionável
exatidão. Tais dados, certamente, muito
informam; todavia, eles pouco ensinam, ao menos do ponto de vista das
sensibilidades e das sociabilidades que afetam o nosso ethos urbano, essa identidade a partir da qual concebemos o espaço
onde nos inserimos, vivemos, trabalhamos, amamos. A relação entre a cidade e os
homens que a habitam, ou que apenas habitualmente a frequentam, vem sendo
objeto de estudos, avaliações e perquirições acerca de sua natureza, inclusive
do ponto de vista da História Cultural. Por outro lado, há lugar não apenas
para uma concepção dessa cidade como espaço real, mas ainda como plena de
imaginários, de lugares onde a ficção acontece na interioridade dos sujeitos,
exteriorizando-se depois mediante suas práticas. O artigo apresenta visões do
espaço urbano de Porto Alegre, a partir de fontes epistolares. Tratam-se de
três poemas e de duas cartas de amor escritas na década de 1920. Os documentos
foram extraídos de um conjunto maior, fonte da dissertação de mestrado da
autora intitulada Memória Social em Cartas de Amor: Sensibilidades e
Sociabilidades na Porto Alegre de 1920, sob orientação da Dra. Nádia Maria
Weber Santos. Escolheram-se, para elaboração deste artigo, trechos destes
documentos, onde foram destacados relatos pessoais do remetente da
correspondência, para colocar-se em relevo sua relação com o espaço urbano
metaforizado pelas sensibilidades de um apaixonado.
PALAVRAS-CHAVE: Arquivos pessoais. Cartas de amor. Imaginário
urbano.
ABSTRACT. We can study a city from its official data,
especially economic, its statistics, and produce from it an immense series of
relationships very clear and accurate. These data certainly are very correct,
but teach very little, at least from the point of view of sensitivities and
sociability that affect our urban ethos, this identity from which we conceive
the space where we operate, where we live, where we work, where we love. The
relationship between the city and the men who inhabit it, or just habitually
attend, has been the object of studies, reviews, and questions regarding its
nature, including from the point of view of cultural history. On the other
hand, there is a place, not just for a conception of this city as real space,
but still as full of imaginary places where fiction takes place in the
interiority of the subject, externalizing up after by their practices. The
article presents visions of urban space in Porto Alegre, from epistolary
sources. These are three poems and two love letters written in the 1920s. The
documents are taken from a larger group, the source of the author's
dissertation entitled Social Memory in
Love Letters: Sensitivities and Sociability in Porto Alegre, 1920, under
the guidance of Dr. Nadia Maria Weber Santos. Were chosen for the preparation
of this article excerpts of these documents, which were posted personal
accounts of the sender of the correspondence, to put into relief its
relationship with urban space metaphorized the
sensibilities of a lover.
KEY WORDS: Personal archives. Love Letters.
Urban imaginary.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Paleografia Medieval
Disciplina de objetivos práticos, propondo uma visão ampla e conjunta da paleografia medieval, com iniciação na leitura de manuscritos confeccionados nos scriptoria entre o VI e XIII séculos. O curso foi ministrado em língua francesa pelo Prof. Dr. Stéphane Gioanni, da École Française de Rome.
Na foto, manuscrito do século XII, escrita gótica. Trabalho de monges copistas.Trata-se de uma das cópias do Evangelho de São João. Há texto e também apontamentos de notação musical correspondente a passagens de canto gregoriano,pois se trata de peça utilizada em ofícios religiosos.
Bibliografia:
BRESSLAU, H. Manuale di diplomatica per la Germania e l’Italia. Roma, 1998.
FRENZ, T. I documenti pontifici nel Medioevo e nell’età moderna. Città del Vaticano, 1989.
GUYOTJEANNIN, Olivier; PYCKE, Jacques; TOCK, Benoît-Michel, Diplomatique Médièvale, Paris, 2003.
LASALA, Fernando de; RABIKAUSKAS, Paulius. Il documento medievale e moderno. Panorama storico della diplomatica generale pontifícia. Roma, 2003.
PAOLI, Cesare. Diplomatica. Firenze, 1987.
PRATESI, Alessandro. Genesi e forme del documento medievale. Roma, 1999.
TAMBA, Giorgio. Uma corporazione per il potere. Il notariato a Bologna in età comunale. Bologna, 1998.
domingo, 11 de agosto de 2013
Cidade
A
cidade aparece como um todo no qual nenhum desejo é desperdiçado e do qual você
faz parte, e, uma vez que aqui se goza tudo o que não se goza em outros
lugares, não resta nada alem de residir nesse desejo e se satisfazer.
CALVINO, ítalo. As cidades invisíveis. Tradução: Diogo
Mainardi. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p. 16.
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