Espaço inicialmente reservado a produções relacionadas ao meu Mestrado em Memória Social e Bens Culturais, Lasalle, concluído em 2012. Depois, em boa parte, direcionado a pesquisas vinculadas ao meu Doutorado em História Social, USP, concluído em 2017 e, por fim, ao meu pós-doc em Psicologia Social junto à UERJ, concluído em 2023. Além disso, contempla temas como memória, história, arquivos pessoais, cotidiano, arte, fotografia e outros saberes.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2020
XIV Encontro Clio-Psyché
sábado, 15 de agosto de 2020
Homenagem Clio-Psyché
Rogério Centofanti (05.10.1948 – 12.08.2020)
A comunidade de historiadores da Psicologia no Brasil sofreu uma imensa perda para a COVID-19. Faleceu, em São Paulo, Rogério Centofanti, um dos nossos. Um dos mais originais e (como gostava de dizer) outsiders dos nossos. Sobrevivente de um câncer que o afligia desde 2015, Rogério foi mais uma das vítimas do COVID-19.
Leia na íntegra a homenagem do Clio-Psyché:
http://
https://www.facebook.com/cliopsyche/photos/rpp.232903476899346/1436722339850781/?type=3&theater
sexta-feira, 17 de julho de 2020
Répondez s’il vous plaît
quarta-feira, 15 de julho de 2020
Recortes de Pesquisa
quarta-feira, 24 de junho de 2020
Eros e Civilização
quarta-feira, 15 de abril de 2020
Recorte de Pesquisa
Há ainda uma
relação interessante e digna de registro que nos vem de um artigo publicado por
La Grasserie (1908, p. 225). Ele relaciona a psicologia coletiva à psicologia
linguística. O termo psicologia linguística, não obstante exato, seria
inusitado, ainda que poucos, porém importantes pensadores, tais como Sayce, Max
Müller, Darmesteter, Whitney, Humboldt, Steinthal, tenham se dedicado ao seu
estudo. Essa psicologia linguística, todavia, ainda não desfrutaria de uma
autonomia nítida, por tratar-se de uma “ciência mista situada entre a
psicologia propriamente dita e a linguística”(id. ibid.) razão pela qual teria
o que chama de uma inferioridade provisória. Aos psicólogos gerais, pareceria
muito técnica e, aos linguistas profissionais, menos nítida que os elementos
morfológicos e fonéticos aos quais se deveria a evolução das palavras, das
formas e mesmo das ideias. Seu objeto, contudo, teria considerável extensão,
extensão esta que nem o psicólogo nem o linguista aprofundaram, razão pela qual
demandaria novas investigações que pediriam a colaboração de outros ramos da
psicologia. A psicologia, por sua vez, em um plano abstrato e já bem antigo,
estudaria o espírito humano em geral. Ela seria antiga e a única psicologia
clássica (id., p. 226). Ao lado dessa
psicologia clássica estaria a psicologia individual, concreta, que, ao contrário
da primeira, abordaria um dado ser, colocado ao alto da escala biológica, porém
distinto de todos os outros. Ele estaria presente nos romances e nas
biografias, mas, fosse real ou imaginário, seria sempre individual. Entre essas
duas psicologias, estaria a psicologia coletiva, recente e mais ampla do que
aquela voltada ao estudo de um único indivíduo, porém mais restrita que a
outra, coletiva do gênero humano, limitando-se “grupos mais ou menos extensos e
de diversos tipos: psicologia étnica, aquela das classes, aquela das
profissões, aquela das raças, aquela das multidões” (id. ibid.). Seriam essas
psicologias coletivas às quais a psicologia linguística de relacionaria,
abordando porém fatos já separados de seu produtor. Nesse sentido, seria uma
psicologia coletiva, voltada a grupos de homens, ao produto de seus
pensamentos. A linguagem, conclui Grasserie (id., p. 255), em seus mais
variados aspectos, desde sua forma mais elevada que seria a versificação até a
mais inferior, a gíria, seriam objeto dessa psicologia linguística, nova, mas
nem por isso menos importante no campo da linguagem.sexta-feira, 10 de abril de 2020
As palavras e as mulheres
sábado, 4 de abril de 2020
Alfred Espinas
ESPINAS, Alfred. Des sociétés animales, étude




